20 de fevereiro de 2020

A Última Mentira Que Contei - Riley Sager


Há quinze anos, quatro garotas foram passar as férias em um acampamento de verão. Apenas uma delas voltou para casa.  Duas verdades e uma mentira. Quem seria capaz de descobrir qual era a mentira? Era essa a brincadeira que as garotas Vivian, Natalie, Allison e Emma faziam em sua minúscula cabana no Acampamento Nightingale. Mas a diversão chegou ao fim quando Emma, ainda meio dormindo, viu as outras saírem da cabana na calada da noite. Essa foi última vez em que ela, ou qualquer outra pessoa, teve notícia das amigas.  Quinze anos depois, Emma é convidada a voltar ao acampamento, que seria reaberto pela primeira vez desde a tragédia. Ela vê nisso uma oportunidade de tentar descobrir o que realmente aconteceu com as três garotas.  Em meio a rostos conhecidos, cabanas inalteradas e o mesmo lago escuro, objeto de tantas histórias e lendas, ela começa a encontrar misteriosas pistas deixadas por Vivian, mensagens sobre as obscuras origens do acampamento e sua possível relação com os desaparecimentos.  Com o passar dos dias, Emma investiga as mentiras do passado e enfrenta ameaças no presente. Quanto mais se aproxima da verdade, mais ela percebe que desvendar esse mistério pode custar sua própria vida.

RESENHA:
20/02/2020

Muito drama e pouca ação.

Emma foi para o acampamento Nightingale quando tinha apenas 13 anos e por chegar atrasada acabou ficando no mesmo chalé que outras três meninas de 16 anos. Ela logo fica na cola de Vivian, a mais descolada de todas e aquela que Emma vai dar toda sua atenção.
Quando Vivian e as outras duas meninas somem no meio da noite, Emma que foi a última a vê-las se sente culpada e com o passar dos dias, sem nenhuma pista das meninas, a busca é encerrada e todos voltam pra casa. Com essa tragédia, o acampamento é fechado para sempre.
Passados 15 anos, em uma exposição de suas pinturas, Emma recebe a visita de Franny que a convida a voltar ao acampamento que será reaberto mas dessa vez como supervisora. Emma acaba aceitando mais para dar um fechamento ao passado que ainda a atormenta.
Uma vez de volta ao lugar, Emma vai reviver o passado e enfrentar novos mistérios.

O livro é cansativo. É isso! Passa mais da metade sem acontecer absolutamente nada e depois quando o autor começa a nos dar pistas do que pode ter acontecido, tanto no passado quanto no presente, a trama não desenvolve.
Emma é absurdamente chata. Com treze anos se comporta como mais velha e querendo coisas que está fora da sua idade, e quando mais velha se comporta como adolescente. Quando ela se misturava no meio das campistas, cheguei a esquecer que ela tinha 28 anos.
O autor te dá mil sugestões do que pode ter acontecido, criei várias teorias que iam por terra conforme a trama se desenrolava. Mas não no bom sentido. Eu pensava: É isso? ah não, ele vai dar uma virada aí. Enfim, nada me surpreendeu positivamente.
A narrativa é em primeira pessoa por conta da Emma e no início e no final do livro, em segunda pessoa, como se o narrador estivesse falando com o leitor.
É aquele livro que eu pelo menos espero um final eletrizante, mas que foi forçado demais. Não consigo achar aquilo tudo possível e a pá de cal foi a última parte, muito fantasiosa e que devido à ela deixa muita coisa sem explicação.
Se eu recomendo? Nunca digo que não, afinal gosto é gosto :)

Nota 3 ★

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