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22 de março de 2024

Depois do Funeral - Agatha Christie

 


Cora Albernethie é considerada, pela sua própria família, como uma mulher tola e desequilibrada. Cora tem por hábito dar palpites impertinentes o que lhe traz, por vezes, problemas e dissabores mas, estranhamente, costuma estar certa. Quando, após o funeral do seu irmão, o rico industrial Richard Albernethie, insinua que ele foi assassinado a família não fica nada satisfeita com o seu comentário pois nada aponta para que isso possa ter acontecido. No entanto, logo no dia a seguir é ela que é barbaramente assassinada na sua própria casa. Nada indicava que a intuição de Cora tivesse alguma razão de ser, mas o detective Hercule Poirot sabe que, muitas vezes, os factos mais evidentes servem apenas para, por traz deles se esconder a verdade.


RESENHA:
22/03/2024

Como eu AMO essa autora!
Só ela consegue me fazer de trouxa na leitura e na releitura rsrs
Li esse livro em 2014 e não me lembrava de nada, só de que tinha adorado.
Fiz a leitura em dois dias e terminei surpreendida pela segunda vez. Não adivinhei o culpado, tinha outra pessoa em mente.
Só a Agatha Christie me desperta a vontade de reler livros, ainda mais quando a gente não se lembra da trama. E depois ainda assistir ao filme, nem que seja pra falar " ahh no livro não é assim" kkkk... tem coisa melhor?


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13 de dezembro de 2023

E No Final a Morte - Agatha Christie

 


O local é o Egito Antigo. A época é o ano 2000 a.C. Em uma sociedade na qual o sentido da vida está intimamente relacionado aos rituais da morte, a jovem viúva Renisenb volta para a casa de seu pai, o sacerdote funerário Imhotep, para encontrar tudo aparentemente do jeito que deixou antes de se casar. O frágil equilíbrio familiar é quebrado quando o patriarca retorna de uma de suas viagens trazendo para casa a jovem Nofret para ser sua concubina: uma presença que desperta os piores sentimentos nos habitantes da casa.

Agatha Christie une um sólido conhecimento do Egito Antigo à capacidade mágica de criar enredos de grande suspense, levando sua maestria para um cenário inusitado.


RESENHA:
13/12/2023

Relendo esse livro após 12 anos! Não me lembrava de nada, nem do assassino e muito menos que morria tanta gente assim! É quase uma morte por capítulo.
Lembro-me que adivinhei o assassino na época e novamente dessa vez.
Uma casa com filhos, cunhadas, avó, pai e empregada.... todo mundo suspeito e todo mundo um assassino em potencial.
Com a chegada da concubina, uma jovem linda e capaz de virar a cabeça do pai contra toda a família, as verdadeiras personalidades de cada um começa a aflorar. Qualquer um é capaz de fazer aquilo que for melhor para si e aí as máscaras começam a cair.
O personagem que mais gostei foi de Esa, a avó. Com sua sabedoria sobre o comportamento humano e sua língua afiada, ela deixou a estória ainda mais interessante e cômica em alguns momentos.
Foi maravilhoso revisitar essa trama, relembrar até mesmo o cenário que criei quando li. Interessante como esses detalhes não fugiram da memória.
Eu sempre recomendo esse livro, justamente por seu cenário e época inusitados. E se você gosta de um livro com várias mortes, não sabe o que está perdendo.
Amo demais esse livro e vou panfletar ele por toda a vida! É uma estória genial que somente Agatha Christie poderia criar.

Nota: 5 ★ 



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10 de outubro de 2023

Um Brinde de Cianureto - Agatha Christie

 


O luxuoso restaurante Luxembourg é o lugar escolhido para comemorar o aniversário da linda e elegante Rosemary Barton. Entre os seis convidados, encontram-se pessoas próximas, mas que não necessariamente querem o seu bem. Mesmo assim, ninguém poderia prever o desfecho da noite: Rosemary morre subitamente após ingerir uma taça de champanhe com cianureto. Tudo indica que foi suicídio... Em um inusitado jogo literário, a rainha do suspense dá a cada um dos personagens a chance de contar sua versão daquele dia, levantando suspeitas que podem colocar em xeque a razão da morte de Rosemary.


RESENHA:
10/10/2023

Em um encontro entre "amigos" num luxuoso restaurante, a bela Rosemary Barton cai morta após o brinde em comemoração ao seu aniversário.
Tudo indica que ela se suicidou após um tempo convalescendo de gripe e ninguém poderia ter suspeitado do contrário.
Os amigos daquela noite vão relembrar como era sua convivência com Rosemary e através dessas narrativas, o leitor começa a criar teorias e suspeitos. Afinal, aparentemente cada um deles tinha motivo para matá-la.
George, o marido amoroso, mais certo do que nunca que sua esposa jamais teria se suicidado, resolve reunir as mesmas pessoas um ano após sua morte.
E no mesmo restaurante, em meio à encenação montada por George, outra pessoa morre.
Agora a polícia não consegue aceitar que seja uma coincidência e além de investigar essa morte, eles também irão reabrir o caso de Rosemary.

Com a participação do Coronel Race, Agatha consegue mais uma vez criar uma trama onde o leitor se vê num beco sem saída: como o criminoso poderia ter agido tão habilmente duas vezes, na vista de várias pessoas e ainda assim ninguém ter percebido nada?
Eu sempre desconfio de todos então não chega a ser uma surpresa, porém essa nunca foi minha aposta. Tinha certeza que o culpado era outro. Adorei como a autora conduziu o final.
Essa foi uma releitura mas eu só sei disso por que no Skoob tá marcado que já li. Foi há tanto tempo que não me recordava de absolutamente nada. Foi como se fosse a primeira vez.
Mais uma estória deliciosa, rápida e engenhosa da Rainha do Crime!
Super recomendado!

Nota: 4,5 



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2 de agosto de 2023

A Teia da Aranha - Agatha Christie

 


Como foi que o corpo do desagradável Oliver Costello apareceu na sala da casa de campo do distinto casal Henry e Clarissa Hailsham-Brown? A chuvosa tarde de março decorria tranqüila, e nenhuma das pessoas lá presentes parecia ter interesse no crime. Acreditando tratar-se de um acidente, Clarissa decide esconder o cadáver. Está às voltas com a penosa tarefa quando surge o inspetor Lord, um diligente policial que recebeu um telefonema denunciando o homicídio.

RESENHA:
02/08/2023

A teia da aranha foi escrito originalmente por Agatha Christie em 1954 como uma peça de teatro e adaptada para romance por Charles Osborne em 2000.
Todo o roteiro, desfecho e diálogos foram mantidos sem alteração, Charles apenas adicionou caracterização e ambientação.
A estória se desenrola dentro da casa do casal Henry e Clarissa Hailsham-Brown, mais precisamente na sala, o que facilita bastante a leitura quanto a ambientação.
Quando Clarissa tropeça no corpo de Oliver Costello, ela imediatamente pede a ajuda de três amigos que estão hospedados em sua casa.
A princípio eles relutam em ajudá-la pois são pessoas com altos cargos e posições sociais, mas quando Clarissa expõe o problema, eles acabam aceitando.
Não demora muito para que a polícia chegue no local e interrogando as pessoas dali, o inspetor percebe que eles estão mentindo.
Clarissa é conhecida por inventar brincadeiras com seus amigos e eles nunca sabem quando ela está falando a verdade, logo o inspetor percebe esse seu lado também.

Eu adorei esse livro! É cômico em alguns momentos, leve e muito bem adaptado. É um livro curto, tem apenas 170 páginas e por isso não há espaço para enrolação. Tudo acontece em algumas horas e prende atenção desde as primeiras páginas.
Tem várias reviravoltas e eu não peguei nenhuma delas. Fui feita de trouxa e simplesmente AMEI!
Adorei a trama e seu desfecho. Achei genial!
Eu tenho esse livro há muitos anos e achava que já o tivesse lido, mas devo ter confundido com outro. Logo nas primeiras páginas percebi que não tinha lido ainda. Mais feliz impossível.
Esse é o terceiro livro adaptado pelo Charles Osborne que li. Não gostei de jeito nenhum de Café Preto e gostei de O Visitante Inesperado, mas esse se superou!
Super recomendo essa leitura deliciosa!

Nota: 5 

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11 de maio de 2023

Cai o Pano - Agatha Christie [O Último Caso de Poirot]

 



A convite de Poirot, o capitão Hastings retorna ao local da primeira investigação de ambos: a mansão Styles.
O tempo passou: o detetive belga envelheceu e está em uma cadeira de rodas, já a antiga mansão foi reduzida a uma mera hospedaria.
A visita, porém, se revela mais que um reencontro entre velhos amigos.
O instinto de Poirot, ainda afiado, lhe diz que entre os hóspedes há um assassino. E ele precisa que Hastings o ajude a identificá-lo antes que haja mais uma vítima e antes que seu tempo acabe.

Escrito na década de 40, mas mantido em um cofre até sua publicação em 1975 (um ano antes da morte de Christie), Cai o pano é a última investigação de Hercule Poirot. Neste romance, considerado um de seus melhores, a Rainha do Crime concebe uma arrebatadora despedida ao seu maior e mais querido personagem.



RESENHA:
11/05/2023

Adieu, mon cher Poirot!

De volta à Styles! 
Já li tudo de Agatha (menos Passageiro para Frankfurt) e enrolei ao máximo para ler esse livro sabendo que se tratava de uma despedida.
Na verdade, uma releitura. Foi um dos primeiros livros que li de Agatha - na adolescência -, ainda sem saber do que se trataria. Também não teve o mesmo impacto pois mal conhecia Poirot.
Nem preciso dizer que não lembrava de nada da trama. Apenas um detalhe relacionado à Poirot estava lá no fundinho da lembrança, bem enterrado.
Agora, já mais familiarizada com esse detetive tão incrível, posso dizer que terminei com uma sensação de tristeza. Poirot se tornou muito real para mim ao longo desses anos.
Mas não por esse motivo que o livro entrou para meus favoritos. Apesar da trama um pouco comum, o final foi espetacular!
A explicação dos crimes foi perfeita! A voz que foi dada a Poirot e a narrativa emocionante de Hastings tornaram a leitura digna para se guardar na memória.
Poirot é de longe o melhor detetive que já tive o prazer de ler. Ao lado de Miss Marple - minha detetive favorita - ambos me proporcionaram os melhores momentos de leitura que um leitor poderia ter.
Agora o jeito é recomeçar tudo de novo porquê Agatha é e sempre será única!

Nota: 5 ★ ♥

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