Não há nada como o nosso lar…
Blake Porter estava em franca ascensão — até não estar mais. Depois de ter sido demitido de uma hora para outra de seu cargo como vice-presidente em uma agência de marketing, ele fica sem condições de pagar as prestações do financiamento da casa no Upper West Side, onde mora com a noiva em Nova York. A solução para essa conta que não fecha? Alugar um dos quartos.
Depois de conhecer alguns candidatos a inquilino um tanto peculiares, Blake conclui que será difícil encontrar a pessoa certa. E é aí que surge Whitney. Simpática, educada, sem frescuras e precisando muito de um lugar para morar. Ela é exatamente o que o casal procura.
Será?
Porque, assim que ela se muda para a casa, coisas sinistras começam a acontecer. A cozinha exala um cheiro de comida podre, mesmo após várias faxinas. Os vizinhos passam a tratar Blake de um jeito diferente. Barulhos estranhos o acordam no meio da noite. Até a roupa que ele usa parece lhe dar alergia. De repente, Blake passa a desconfiar de que seus piores segredos podem ter sido descobertos…
O perigo mora na sua casa, e, quando Blake se der conta, será tarde demais. A armadilha já está pronta.
RESENHA:
17/05/2025
17/05/2025
Blake acaba de perder seu tão sonhado emprego antes mesmo de esquentar a cadeira, o que faz com que os planos de casamento com sua noiva Krista sejam adiados indefinidamente.
Diante das dificuldades financeiras, o casal decide alugar um quarto de sua casa para ajudar a bancar a hipoteca.
Mas não demora muito para que Blake se sinta desconfortável com a nova moradora e logo tudo começa a desmoronar em sua vida, colocando seu relacionamento em risco.
Ele precisa de qualquer jeito colocar essa mulher pra fora, mas antes precisa descobrir quem ela é.
Essa estória é narrada por Blake, o primeiro protagonista masculino da autora.
Blake choraminga demais, céus que personagem chato! Aguentar praticamente todo o livro só com as lamúrias dele foi cansativo. Não dava pra entender porquê ele não contava certas coisas pra Krista e nem porquê não tomava certas decisões e isso foi um saco.
Na verdade não há muita tensão nessa estória, no sentido de que algo terrível está para acontecer. Parecia mais birra de adolescentes.
Desconfiei do que estava acontecendo mas não da maneira como foi, então sim, a Freida sempre encontra uma maneira de surpreender.
Mas na minha opinião esse livro não é tão bom ou tão envolvente como os antigos dela. Os últimos "The Boyfriend" e "O Acidente" ainda foram melhores que esse.
Mas vale a pena ser lido, ainda mais pelos fãs da autora.
Nota: 3 ★
* Também disponível em inglês no Kindle Unlimited. *

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