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18 de setembro de 2026

Seus Últimos Dias de Verão - Maria Frankland

 


Quatro amigas. Uma celebração dourada. Um jogo que muda tudo.

A maioria das pessoas teme fazer cinquenta anos. Não eu. Estou contando os dias para nossas férias de luxo em Aruba – sete dias ensolarados para celebrar não apenas meu próprio quinquagésimo aniversário, mas também os de três amigas de longa data.

Duas delas estão tão animadas quanto eu. A quarta? Precisei convencê-la.

Com nossos parceiros em reboque, chegamos à nossa luxuosa villa, transbordando de entusiasmo e Prosecco. Estamos aqui para relaxar, reconectar e criar memórias.

Mas no calor e na neblina do paraíso, as inibições desaparecem – e os segredos vêm à tona.

Tudo começa com um jogo inofensivo de Duas Verdades e uma Mentira. Mas o que é revelado naquela noite quebra nossa amizade em pedaços. E as consequências são muito piores do que qualquer um de nós poderia ter imaginado.
A contagem regressiva para celebração se transformou em uma contagem regressiva para fuga.

Porque alguém não vai voltar para casa.


RESENHA:
18/09/2026

 Tenho gostado cada vez mais dos livros da Maria Frankland, e esse aqui não foi diferente. Sua escrita é fácil e envolvente, o que torna a leitura muito fluida.

A história é dividida em dois tempos: há 30 anos, quando algo muito importante mudou completamente a vida das amigas, e no presente, com capítulos intercalados entre cada uma delas.

Após uma sequência de péssimas decisões regadas a álcool, o segredo que elas vêm guardando há tanto tempo está prestes a vir à tona.

Foi frustrante ver como a amizade delas se desfaz, ainda mais por um motivo que poderia ter sido evitado. Dificilmente veríamos algo assim na vida real. Mas a autora mostra que nem toda amizade dura para sempre e que ela pode mudar com os anos, tanto para melhor quanto para pior.

Particularmente, não torci por nenhum dos personagens. Achei-os bem mimados ou chatos demais para que eu me importasse com o que aconteceria com eles.

Foi uma boa leitura. Só levei mais tempo que o normal para concluir por falta de tempo mesmo, porque é um livro rápido de ler e que flui muito bem.

Recomendo a autora!

Nota: 3,5 ★

ADQUIRA O LIVRO AQUI - Disponível no Kindle Unlimited


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13 de agosto de 2026

A esposa que eu era - Maria Frankland

 


Estar presa nesta casa com o marido do qual estou me separando é insuportável.

Dexter mal olha para mim. Quando olha, é como se eu nem existisse. É como se ele já me tivesse apagado de sua vida. Ele não quer se envolver comigo de forma alguma e parece estar carregando um fardo – uma consciência culpada talvez?

Passo horas com minha avó na casa de repouso dela. Ela é a única pessoa com quem posso conversar – a única pessoa que sempre está lá para mim.

O pior é como Dexter se apoderou de nossa filha, Etta – a menina que tem sido meu Norte, Sul, Leste e Oeste desde o dia em que nasceu. Ele a leva embora por horas, às vezes mais, e eu nunca sei quando voltarão. Ela só parece vir para casa para dormir.

Tenho terror de que ele esteja tentando envenenar a mente dela.

À noite, observo-a dormir, ansiando pelos dias em que éramos uma família feliz. Enquanto isso, a consciência de Dexter parece estar ficando mais pesada a cada dia.

O que quer que ele tenha feito, minha avó está me pressionando a descobrir – e depois a provar. E se for tão terrível quanto suspeito, farei o que for preciso para tirar Etta dele.

Como minha avó também diz, todas as coisas passam. Como eu.


RESENHA:
13/08/2026

Mais uma leitura da Maria Frankland, e posso dizer que tenho gostado cada vez mais das tramas da autora.

O que mais me chamou a atenção neste livro foi um elemento pouco comum nos thrillers domésticos que costumo ler. A sinopse não entrega absolutamente nada, mas logo nas primeiras páginas já percebemos o que realmente está acontecendo.
Esse tipo de construção normalmente não é a minha favorita, mas a escrita da autora é tão envolvente e o ritmo é tão ágil que, quando você percebe, a história já chegou ao fim.

Não foi uma história que me deixou ansiosa para descobrir o desfecho, mas sim angustiada e triste ao mesmo tempo.

Fiquei muito curiosa para descobrir quais seriam os próximos passos da protagonista. Dessa vez, porém, a autora não conseguiu me surpreender: logo no início imaginei o que havia acontecido e, no fim, minha teoria estava certa.

Mesmo sem ter me surpreendido com a resolução da trama, gostei bastante da leitura e recomendo o livro. 
Tenho certeza de que ele vai agradar muitos fãs de thrillers.

📚 Este e outros livros da Maria Frankland estão disponíveis no Kindle Unlimited.

Nota: 4 ★


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9 de agosto de 2026

O Irmão Gêmeo - Maria Frankland

 


Meu marido pode estar morto, mas não o perdi por completo. Seu irmão gêmeo idêntico, Charlie, é a cara dele.

O luto tem o dom de unir as pessoas, e Charlie e eu nos entendemos de um jeito que ninguém mais consegue. Se a esposa dele, ciumenta e insegura, não consegue ver isso, o problema é dela.

Nós dois sofremos uma perda inimaginável. Claro que precisamos um do outro. De que outra forma poderíamos sobreviver a isto?

Pelo menos é o que eu não paro de dizer a mim mesma.

Desde que David morreu, meu cunhado se tornou a primeira pessoa em quem penso ao acordar e a última para quem mando mensagem antes de dormir. No entanto, minha sogra me alertou discretamente que o que ela vê acontecendo entre nós não é saudável. Mas Charlie e eu guardamos segredos há anos - coisas que ninguém mais sabe ou seria capaz de entender.

Só sei de uma coisa - já perdi um irmão. Não posso perder o outro.


RESENHA:
09/08/2026

Esse é meu primeiro contato com a autora e já posso afirmar que foi tão bom quanto eu esperava!

A trama acompanha os gêmeos idênticos Charlie e David.

Tudo começa com um prólogo para lá de instigante: o enterro de David. Nos capítulos seguintes, acompanhamos a dinâmica entre a viúva e o cunhado, o ciúme - e com razão - da esposa de Charlie, além do distanciamento cada vez maior entre o casal.

A história é contada pelos pontos de vista das cunhadas Lindsey e Bianca, dos irmãos Charlie e David e também da mãe dos gêmeos, Martine. É justamente através das narrativas dela que conhecemos melhor os filhos e entendemos a complexidade dessa família.

A escrita da autora é excelente! A construção dos personagens me conquistou, principalmente a dos gêmeos, que conseguem ser, cada um à sua maneira, mais detestáveis a cada capítulo.

Em determinado momento, criei uma teoria sobre o que havia acontecido, mas estava completamente enganada. Pensando depois, até teria sido uma solução mais óbvia, mas a autora seguiu por um caminho que me surpreendeu e que eu adorei.

Eu mal podia esperar para descobrir como tudo aquilo terminaria, e isso fez com que a leitura fluísse ainda mais rápido. Os capítulos curtos e os múltiplos pontos de vista também ajudam a manter o ritmo e deixam a história ainda mais envolvente.

Gostei demais desse livro e já estou ansiosa para conhecer as outras obras da autora, que já entraram para a minha lista de leituras.

E, se vocês também quiserem conhecer a autora, alguns de seus livros - incluindo este - estão disponíveis no Kindle Unlimited.

Nota: 4,5 ★




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19 de dezembro de 2025

Last Christmas - Maria Frankland

 


Este tenso thriller psicológico deixará os leitores na dúvida até o final. 

Quando Neil e sua esposa Sacha são forçados a passar as férias com a família, as tensões aumentam rapidamente. 
Neil já está lutando contra a depressão e a bebida, e os três dias passados em um espaço confinado com excesso de álcool provam ser uma receita para o desastre. 
Com ressentimentos antigos entre familiares já fervendo, parece que este pode ser mais do que apenas o último Natal de um membro da família.


RESENHA:
19/12/2025
 Estava procurando um thriller natalino e acabei pegando essa dica de uma leitora do grupo que faço parte. Logo iniciei a leitura quando que vi que estava disponível no Unlimited.
Diferente da maioria dos livros onde as narrativas se alternam ao longo da trama, aqui ela é dividida em três partes. Cada uma narrada por um personagem diferente, começando por Neil.
O interessante também é que cada personagem dá continuidade à estória de onde parou, então não temos a mesma situação contada várias vezes em pontos de vista diferentes.

Neil inicia a narrativa e ele é difícil de aguentar. Reclama o tempo todo, se lamenta, é egoísta e não faz o menor esforço para ser agradável. Ele não quer passar o natal com a família de Sacha, mesmo sabendo que esse será o último do sogro que está em fase terminal recebendo cuidados paliativos.
Mas quando você conhece a família dela, não tem como não dar certa razão para ele. Os cunhados e uma irmã que são intragáveis e criam situações desconfortáveis o tempo todo.
A primeira parte vamos conhecendo cada um deles e quando ela termina com uma morte, a trama segue com dúvidas sobre o crime (se foi um ou nâo) e o início de uma teia de segredos e mentiras.

Eu me envolvi demais nesse livro. A escrita da autora é ótima, me pegou logo de cara e a estrutura da narrativa é tão boa quanto. Os personagens são imperfeitos, um mais que outros e por esse motivo a estória não ficava cansativa.
Tive algumas ressalvas quanto ao final, mas gostei demais da trama como um todo.
Foi mais uma autora que conheci que pretendo ler outros livros.
Recomendo!

Nota: 4 ★

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